quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Quando o amor encontra a gente!

Nós, seres humanos, somos dotados de muitas qualidades, mas também muitos defeitos. Não todos, mas a grande maioria, sempre está disposta a diminuir o passo, equilibrar a batida do coração, respirar mais devagar, observar mais, ouvir mais e falar menos. Coisas essenciais para uma reflexão e tomada de consciência sobre a vida, sobre as coisas e, sobretudo o amor!

É sempre ele. Que vai e vem, e sempre nos encontra em alguma altura da vida. Não importa sua idade, sexo ou religião, o amor vai encontrar você. Não sei qual a cor, a forma, os modos, a hora, mas tenho certeza: um dia o amor lhe encontrará.

E quando isso acontecer, desarme-se, ame, aproveite tudo que o amor puder lhe proporcionar.

O que acontece, quase sempre, é que por experiências anteriores ou por ficar muito tempo sem o exerci cio do amor, nós desaprendemos a amar.
Ficamos céticos demais. Duros demais. Frios demais.

E o amor vem, num turbilhão de coisas e sentimentos, derrubando tudo isso.
O amor nos aquece, nos acalenta, ele apura nossas sensibilidades.
Aflora em nós coisas que achávamos impossíveis voltar a sentir.
O amor nos transforma.

Há, mesmo assim, aqueles que rejeitam o amor quando ele chega. Pobres de sentimento ou sofridos demais pelo amor. Infelizmente, o amor nem sempre deixa boas marcas.

Mas o amor que precisamos é um amor tão simples. Eu pelo menos, é lógico que adoraria um amor de cinema. Mas já é tão difícil um amor simples, quem dera um amor Hollywoodiano.

Queremos um amor simples. Um amor normal. Um amor que nos faça amar e ser amados, no exercício diário da vida.

Não há previsões mágicas para esta data. Nós temos que aguardar, sem muita afobação, mas com alegria e esperança que o amor não tarde. E que quando vier, não falhe.

E que dure o tempo necessário para deixar em nós as melhores lembranças da vida, ou, quiçá, dure toda nossa vida.

Muito amor para todos nós.

Beijos e até a próxima.

Edson Flávio