segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

2012 não foi um ensaio!



Isso mesmo, tudo que fizemos ao longo desses doze meses, de uma forma ou de outra, vai nos marcar para o resto de nossas vidas.
Por isso não precisamos agir como se a vida fosse um eterno rascunho onde a gente vive dando a desculpa pra si mesmo de que estamos ensaiando para um grande espetáculo.
O espetáculo, o grande show já está acontecendo e muita gente  age como se fosse ainda um preparativo.
Talvez seja por isso que falte tanta paixão pela vida, pelas pessoas, pelas coisas mais simples.
Ou ainda, talvez por isso que de tanto ensaiar algumas pessoas nunca estreiam. Desistem.
Outras, nunca permitem que as cortinas do show se abram ou simplesmente não veem as cortinas da vida se escancarando para elas.
Perdem a chance de colher os aplausos da plateia que assiste entusiasmada o nascer de uma estrela.
Nascemos para brilhar sim! Somos atores reais, tudo é muito real.
Temos plateia, direção geral, figurinistas, cenógrafos, maquiadores, público e bilheteria!
Nossa vida é um grande espetáculo!
Um espetáculo  de amor, de fé, de paixão, de carinho, de paz, de vitórias, de lutas, de vida!
Todos os dias vamos para o palco e encenamos uma parte desse show.
Alguns dias recebemos aplausos, em outros críticas, em alguns a casa está cheia, em outros apenas nossos seguidores fiéis.
Mas oque verdadeiramente importa é estarmos lá, sem medo ! de corpo, de alma, de coração, inteiros!
Terminamos um ano, fechamos um ciclo.
Certos de que nos preparamos o ano todo para essa nova temporada dizemos: QUE VENHA 2013! Estamos mais uma vez prontos para dar um show!

Boas Festas!!!!
Beijos e até a próxima

Edson Flávio


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Perto de um final feliz...




O término de uma relação, qualquer uma, nem sempre é fácil.
Depois da separação, a gente fica um tempo, às vezes longo demais, irremediavelmente apaixonado por uma série de coisas. Temos a péssima mania de ficar nutrindo a saudade.

Como numa música que eu adoro, tínhamos “a sorte de um amor tranquilo. Com sabor de fruta mordida..” e esse amor começa a fazer uma falta danada.

E como se isso não bastasse, existem uma série de lembranças físicas que permanecem conosco: as fotos das férias nos porta-retratos, as roupas compradas naquela liquidação imperdível, o lado da cama vazio, o copo de água na escrivaninha, a escova de dentes na pia...

Tudo isso vai martelando a vida nova que se quer ter daqui para frente.
É aí que se torce o pepino.
Como deixar o amor desempreguinar? É complicado.
O que fazer? Análise? Terapia? Tarja preta? Mudança de hábitos? Casa nova? Roupas novas? Nova decoração? Será que tudo isso é realmente necessário?
Talvez, nem seja para tanto.

O término de um amor é uma espécie de paixão roxa. 
É um luto que não é eterno. 
É um "buraco negro" que se forma dentro da gente, onde tudo que a gente faz para alimentá-lo, não sacia, não satisfaz, e nos sentimos cada dia mais e mais frustrados com esse buraco que parece se tornar cada vez maior e intenso. 
No entanto, acredite, esse vazio passa e o buraco negro se fecha e some!.

Isso mesmo. Esse luto, essa tristeza de não sei o que, essa saudade que vem não sei de onde, tudo isso passa, mas, infelizmente, passa lento.

Lembro de ter dito no último texto que é preciso deixar o passado passar. Nesse caso é preciso deixar essa onda de saudade passar.

Aproveitar o tempo para se conhecer, rever conceitos e as estratégias, como num jogo que nunca sabemos se vamos ganhar ou perder, mas que nos importa jogar.

Vamos dar espaço para conhecer um novo amor?
Sim, mas não vamos fazer isso só para esquecer o antigo. Fazendo isso estarei enganando a mim e o outro, ao mesmo tempo. E algo que é construído sobre uma mentira não poderá dar certo.

Respeitar os limites, sempre, é algo importante.
No fundo a gente sabe a hora de avançar, de recuar, de investir e de desistir. E isso não é sinal de fracasso. Desistir é sinal de consciência, é sinal de que conhecemos os nossos limites. A vitória está em se conhecer. Quem se conhece, se ama mais, se respeita mais.

O término de qualquer relação é doloroso.
É um misto de prazer e dor.
Temos a impressão que algo vai raspando-nos a alma, e é isso mesmo.

Como numa reforma necessária para uma casa, é preciso transformar o coração para uma nova moradia. Primeiro raspam-se as paredes, pinta-se de nova cor, trocamos os móveis de lugar, espalhamos flores e pronto, ficamos esperando. A gente sente, gradualmente, todas as fases desse desprender-se, desse dissipar-se, desse desapegar-se, desse preparar-se, desse (des)esperar-se...

E assim vamos seguindo: (sobre)vivendo e amando.

O término de uma relação não é fácil, mas, também, não é o fim.

Beijo grande.

Até a próxima, com carinho

Edson Flávio

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Deixar o passado...


Quando perdemos alguém que amamos muito, entramos num processo de luto. Como algo natural em nossas vidas é preciso viver esse momento. Mas, não precisamos viver sempre no sofrimento que o luto carrega.

Alguns de nós temos, infelizmente, o hábito de não deixar o luto ir embora. De ficarmos remoendo, lembrando, chorando, (re)vivendo todo o processo que nos causou tanta dor.
Evitamos dar passos em outra direção e acabamos andando em círculos “cultuando” nossa tristeza, nossa mágoa, nossa decepção. 
Essa péssima forma de cultuar a dor só faz de nós reféns de um passado triste e doloroso. 
Ficamos tentando buscar explicações e, muitas vezes, nos culpando pelo sentimento que toma conta de nossas vidas, nos consumindo dia-após-dia. 

Todo mal, todo sofrimento, dura o tempo necessário para curar nossa dor e para que possamos nos fortalecer e (re)pensar nas atitudes a serem tomadas de agora em diante. É preciso deixar o passado passar, é preciso abrir-se para as novas experiências e exigências que a vida quer nos propor.Fazer com que a dor, a mágoa, o ressentimento, a revolta, deem lugar a alegria, ao amor, a paz, a vitória que se conquista em estar vivo diariamente.Evitar o sofrimento é o que todos buscamos, mas caso passemos a experimentá-lo não podemos nos esquecer de que ele é passageiro, está apenas de passagem por nossas vidas e que não podemos agarrá-lo, temos que deixá-lo passar. 

O sofrimento, a dor, tudo isso passa, mas também deixam marcas. E toda marca é sempre uma lembrança. É algo que vai nos trazer a memória tudo que vivemos quando esse sinal foi conseguido. Devemos olhar para estas marcas, para estas cicatrizes e lembrarmos, não dos sofrimentos, mas da vitória que conseguimos a cada lágrima derramada, cada etapa vencida. Cada dia vivido dolorosamente é hoje transformado numa lembrança de gratidão pelo dom da vida, pelo coração cheio de amor, pela vida abundante de paz.


É preciso deixar o passado, a dor, o sofrimento passarem e ficarem para trás. É preciso avançar. Viva a vitória do dia de hoje na sua vida! 


Desejo muita alegria e muita paz.Um beijo e até a próxima.


Edson Flávio



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

AMOR , (E)TERNO(?) AMOR!


É lindo ver amor de novela, não é? Tudo é perfeito, tudo é lindo.
Mas não é de amores de novela que vou conversar com vocês hoje, é sobre amor de verdade. Amor real, desses que começam quando a gente menos espera...
Vou tratar aqui do amor como sentimento que abrange todos os nuances do querer bem, do querer alguém pra sempre do lado. Do desejo incrível e impensável de sentir-se amado e amar.  E amar, supõe conhecer o amor. Que é um sentimento forte que nasce quando conhecemos alguém que mexe com a gente. Deixa a respiração profunda, o coração acelerado e a cabeça vazia!

Entramos na fase 1: conhecer!
É, a cabeça fica vazia que a gente não vê diferenças. Pouco importa o mau hálito, o chulé, os hábitos estranhos. Nós nunca vamos parar para pensar nisso!
Perceber, conhecer, entender a outra pessoa é tarefa perene e diária. Não tem momento. Casais que estão juntos há 10, 20, 30 anos, ou 1, 2, 3 meses ou anos, todos podem dizer com a máxima certeza que cada dia conhecem mais seus cônjuges. Experimentam essa alegria da descoberta diária do conhecer-se, através do amor. Pois o amor nos torna dóceis ao conhecimento. Ele nos instiga o desejo de conhecer mais, para amar mais. E isso não vale só para os casais casados ou namorados.  Só se ama bem aquilo que se conhece bem!
E o amor é  um sentimento que nutre-se dessa novidade: do conhecer-se.  Uma nota: O amor é simples, mas necessita de aprendizado. Um aprendizado ad aeternum. É algo que começa no olhar e não termina nunca. Quanto mais se conhece, mais se ama ou não!

Entramos na fase 2:  conviver!
Não resolve nosso dilema apenas dizer que o amor é aprendizado pra toda vida e que cada dia se aprende mais sobre o próprio amor e sobre quem a gente ama. Sim! Porque ninguém ama sozinho.  Mesmo que seja um amor não correspondido, há sempre o outro lado, que não ama, que despreza, que repudia, que se vangloria mas que não co-responde! Triste?  Sim, triste. Mas não o fim. Não é o fim porque esse sentimento, O AMOR, ele NÃO CHEGA PRONTO!  E por isso é tão necessário aprender a amar. Lidamos com o Amor como se este fosse algo fácil de se lidar. Tudo é uma questão de combinação: tempo de espera, ingredientes certos, dedicação, cuidado, e por ai vai. 
Não há receita certa. O amor é assim: não há regras, mas existem modos de se aprender sobre o amor. De se perceber esse amor.  Até mesmo o outro lado. O que não ama? O que não percebe? O que não co-responde? Esta pessoa também aprendendo uma face do amor. Lógico que por outra via.  Ah! e tem isso: o amor, as vezes, escolhe vias não muito “agradáveis” de se fazer entender. Mas... nós, que amamos e estamos aprendendo a amar, estamos aqui sempre nessa “(des)ventura” de experimentar o amor.
E estejamos livres de (pré)conceitos! Sempre é bom dar asas ao amor e conviver! Entregar-se sim! Mas, com reservas.  Não precisamos entender tudo sobre o amor numa noite!
Guarde pro dia seguinte. Mamãe sempre diz, numa lição de administração familiar, quem economiza hoje sempre tem pra amanha! Façam o teste.  Guardem sempre um pouco de amor pro dia seguinte.  Não estou dizendo pra não amar.  Pelo contrário: ame, ame muito, mas com moderação. Tudo que é demais enjoa ou acaba logo!

Entramos na Fase 3: Aceitar!
Bem, nem sei direito e nem posso afirmar se realmente o amor acaba, sabe... igual quando acaba um doce, um sorvete, um pudim! 
Acaba mas sempre deixa um gostinho de quero mais ou de nunca mais. O amor, esse sentimento que nutriu nossos dias, meses, anos, muitos anos, pode um dia mesmo chegar ao fim?  Depois de minhas consultas, descobri que o amor acaba do jeito que veio... e, lembremos que ele não veio pronto! Ele foi sendo feito com sangue, suor e lágrimas. E se desfaz seguindo os mesmos passos. O amor, como tudo que nos rodeia e temos em nós, é uma construção.
Nós construímos e destruímos o amor. Aos poucos vamos demolindo a estrutura forte, ou não, onde habitávamos tranquilamente. Somos nós os arquitetos de nossas vidas, sem dogmatismos religiosos, estou falando agora de pessoas que se amavam, desejavam-se e hoje não se importam mais uma com a outra. Acabou o desejo de estar junto, de pensar em, a vontade de chegar do trabalho e cair nos braços amados e de noite dormir de “conchinha”!
Foi-se removendo pouco a pouco tudo que “construía” esse amor... As gentilezas passaram, os olhares doces, as declarações apaixonadas, a paciência... É o fim da linha! 
Queríamos nós todos um amor inesgotável, e no fundo eu desejo isso mesmo, pra mim e pra todos nós. Por que precisamos de amor, não só de sexo. Nós precisamos de carinho, de atenção, da companhia do outro, da presença, do toque, do abraço, do beijo, do calor do abraço, é nestas formas de expressão físicas que temos a manifestação tácita do amor.
Mas, infelizmente, o amor acaba devido a percursos mal feitos, palavras mal explicadas, “atos falhos” mal pensados, ou quando alguma coisa não saiu do jeito que a gente queria... ou ainda simplesmente mas não tão simples assim, muitos dizem ser este o maior motivo, o sentimento que parecia infinito deixou de existir. O amor acaba sim, mas não acaba de uma vez, até porque o amor não nasceu de uma vez.  Ele vai acabando aos poucos.
O amor acaba, acaba aos poucos, mas não sai de nós. Como uma marca indelével, ficam conosco todas as lembranças, boas e ruins desse amor, que nos servirão, talvez, para “construirmos” uma nova história. 

Entramos na última fase: Ressurgir!
Mas, um conselho: lugar de entulho é no lixo. Se essas lembranças servem apenas para atrapalhar sua vida, jogue-as todas fora! Liberte-se. Livre-se da tristeza.  Abra-se ao novo, abra-se ao amor que vem todos os dias, basta olhar, conhecer e conviver! Seja feliz sempre! Pois só consegue amar de verdade outra pessoa, quem consegue ser feliz sozinho, mas não quer ser feliz sozinho a vida toda!!!
Continuo desejando, para todos nós, um amor inesgotável... e se não for inesgotável...que seja como disse Vinícius de Moares... “eterno enquanto dure”!

Abra os olhos todos os dias para a novidade da vida!!!

Um enorme beijo a todos.

Com amor

Edson Flávio

quinta-feira, 12 de julho de 2012

"Me dá um abraço!"



Queridos leitores; 

Pode soar piegas a frase e até gramaticalmente errônea, mas é a pura verdade. Todo mundo, no fundo, precisa apenas de um abraço! 

Com toda a virtualidade que existe nos relacionamentos amorosos, amistosos e profissionais perdeu-se a necessidade do toque físico para o “conhecer”. Sem apertos de mão, só o de mouses e teclas, nos conhecemos, nos relacionamos, por anos a fio, enfim. Começamos e terminamos relacionamentos sem, ao menos, termos a chance de um abraço! 

Mas essa perda do contato corpo-a-corpo não suprimiu a necessidade humana de “sentir” todas as emoções que um abraço pode trazer. Quem nunca teve necessidade de um abraço? 

Só quem chega sabe a importância do abraço que acolhe. 

Só quem perde alguém querido sabe o valor do abraço que conforta. 

Só quem está aqui sabe a saudade do abraço de quem está longe. 

Só quem vive virtualmente sabe a falta que um abraço faz. 

Ainda não inventaram a tecnologia para transmitir todas as sensações desse gesto. 

Seja o abraço apertado e duradouro dos namoricos da juventude apaixonada, seja o tradicional dormir de conchinha dos casados, seja o andar de mãos dadas dos mais vividos e eternos namorados, seja a lembrança eternizada do carinho de quem não se pode mais abraçar. Essa expressão de sentimentos sempre esteve presente e pulsante!

Certamente quem vive sem distribuí-lo ou recebê-lo, vive incompleto. 

Não quero banalizar essa forma de carinho, mas desejo que possamos usá-lo mais.

Convido você para abrir os braços diante da vida e cruzá-los em torno de alguém. 
 Faça o exercício: ABRACE

Seja amigo, família, gente do trabalho, da rua, gente que você, as vezes, nem imagina que está esperando esse gesto seu: apenas um abraço! 

Distribua abraços. Certamente você receberá outros, aí então recolha-os.

Sempre, ao final dos textos, desejo um beijo, mas hoje desejo um grande, afetuoso e apertado abraço. 

E se eu não receber nenhum, eu peço: me dá um abraço! 

Até a próxima! 

Com carinho...

Edson Flávio

terça-feira, 1 de maio de 2012

Pare o mundo que eu quero descer!


Hoje é dia do trabalhador e todo trabalho, por menor ou mais fácil que possa parecer é sempre um trabalho.
E nunca se deve deixar um trabalho de lado mesmo que seja pra realizar outro. 
Se você assumiu é porque é capaz! Acredite.
Se não deu certo hoje. Se você ta sem pique. Sem clima... Relaxa.
A gente mata um leão todo dia. E olha que são muitos...
Matemos-los!
E quando não conseguimos? ... Paciência.
Não é nada fácil aceitar as derrotas da vida. 
Não é fácil aceitar os problemas da vida.
Sei lá, às vezes ficamos remoendo coisas velhas.
Guardando tudo no bauzinho das recordações tristes.
Que tal a gente parar com isso?
Vamos olhar pra frente!
Aprendemos muito mais com os erros do que com acertos. São coisas da vida.
Não se pode ganhar sempre. Não é só de vitórias que se vive. 
Comece a juntar os fatos e perceba.
Você sempre cresce com estes acontecimentos. Todo mundo fica esperto depois de um tombo de bicicleta...

Sei que a gente fica mais forte, mais atento.
Começa a perceber mais e melhor aquilo que nos enfraquece, e o que nos mantém fortes!
A natureza das coisas diz isso. 
A vida se  (re)faz constantemente.

É clichê, mas é científico: a borboleta antes foi lagarta.
Para que provássemos a doçura do fruto uma flor teve que morrer.
As coisas são o que são. 
Quem dera  o mundo parasse  e a gente pudesse resolver todos os nossos problemas.

Mas, na prática, isso não é bem assim.
Por isso um pedido:  não pare nunca!Não desista nunca!
Seja forte.
Viva e deixe viver.

Feliz dia do trabalho pra vc!

Boa semana... 
Beijo no coração.

Com carinho 
Edson Flávio

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Passagens


Nessa época do ano, que nos aproximamos da Páscoa, ouvimos muito dizer sobre a palavra passagem, e todos os sentidos evocados por esse verbete.

O movimento de deslocar-se de um lugar para o outro, seja no plano físico ou astral é muito importante.

Porém, mais importante ainda é a nossa postura, o nosso olhar, a nossa (pre)disposição para viver in(tensamente) nesse novo lugar.

Quando adolescentes, na passagem para a vida adulta. A passagem é algo natural.

Mas nem tudo acontece com a mesma naturalidade nas passagens mais fortes como: um casamento, um divórcio, um negócio, um ócio, uma situação de vida, uma situação de morte.

Seria correto pensar num fatalismo?
Ou somos nossas escolhas?

Por ventura, somos nós quem escolhemos, até certo ponto. E, por outras vezes, nos permitimos tais “passagens”?

Se sim, cabe sempre nos perguntarmos, por oportuno diante do infortuno: oque nos espera após a passagem?

Passagem nos remete a ideia de viagem, pois bem: que bagagens levar? Eu preciso mesmo levar alguma coisa?

Muitas dessas perguntas nos passam desapercebidas.
Muitas dessas perguntas tiram nossa paz.
Muitas dessas perguntas, por vezes, são desnecessárias.

De muitas passagens na minha vida e com muitas vindouras, creio que:

Pensar demais na bagagem ou no fim da viagem faz a gente perder o verdadeiro encanto da verdadeira passagem.

Como aquela voz simpática do avião sempre diz: aproveite para relaxar e apreciar a viagem!

Feliz Páscoa, Feliz passagem para você!
Feliz viagens!

Beijo no coração e até a próxima.
Edson Flávio