quinta-feira, 22 de abril de 2010

Ninguém nasceu pra ser sozinho...

É..volta e meia estou eu aqui fazendo conjecturas sobre o relacionamento com o outro.
Enfim, vamos lá..rss...

Conversando com uma amiga (uma das princesas do post anterior, e pra ser sincero acho que com todas ao mesmo temp..rss) tocamos no assunto das redes de relacionamento.. Orkut, facebook, quepasa, twitter, badoo, sônico, etc, etc, etc...
Cada dia aparece uma, com ferramentas, jogos, layot´s, utilitários, etc etc etc...
mas sempre com o mesmo objetivo CONECTAR-NOS.

Percebeu? Não é nenhum mandamento eterno que ninguém nasceu pra ser sozinho, mas é que ninguém consegue SER SOZINHO. Não há como! Não há meios!
E nesse momento eu estou me referindo a “presença” de alguém, seja real ou virtual.

É inegável a necessidade do toque, do abraço, do cheiro, mas e quando isso não é possível? O que fazer, se nas rodas dos barzinhos, na noite, no dia, no trabalho, na escola, as relações tornam-se cada vez mais pesadas.
Pesadas não seria o termo, mas digamos que COMPROMISSADAS!
Sim é esta a palavra. COMPROMISSO.

Conhecer alguém, no termo literal da palavra, na antiguidade e nos escritos canonizados significava CONHECER LITERALMENTE, A VIDA, O ÍNTIMO, por isso a palavra divina que diz DEUS ME CONHECE DESDE O VENTRE MATERNO. Ou ainda JOSÉ que CONHECEU MARIA, mas esta engravidou por obra do espírito de Deus. O verbo conhecer está ligado a idéia de COMPROMISSO, porque depois que CONHECEMOS ALGUÉM temos um compromisso com essa pessoa.

É lógico que não como Deus que enviou seu filho pra morrer por nós (sim, sou católico! Obrigado!) e nem como José que, reconhecendo o milagre divino, levou Maria para sua casa (em outros termos casou-se!)

Mas..voltando ao Compromisso de lá! Esse compromisso que “criamos” com as pessoas que conhecemos tornam as relações pesadas. Por que?

Por que justamente tem sido cada vez mais difícil cultivar relações verdadeiras e duradouras.

Então face ao medo de “perder” o que se CONHECEU, tem-se as seguintes atitudes:

Exige-se fidelidade a longo prazo.
Cumplicidade 24hs.
Bom humor constante.
Braços abertos sempre.
Ombros dispostos.
Mão estendida e...
principalmente MSN sempre “on line” e celular ligado!

Ouse quebrar uma dessas regras. Foi-se! rss.

Há no ser humano uma necessidade de estar conectado a alguém. Sempre!

O homem, podemos dizer, o ser humano não nasceu pra ser sozinho. Pode até estar sozinho, mas precisa comunicar-se, mesmo em sua solidão.

A comunicação é inerente ao homem! Está presente nele. Não há escapatória!!! rss

O ser humano é todo comunicação e por isso cria redes, cada vez mais intensas e variadas, como forma de conectar-se aos seus pares. Sejam eles de perto, ou de longe.

E viva a comunicação!

bjs conectados.

até a próxima!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Minhas princesas...

Galera, bom dia!
há tempos não passo por aki, perdão!
Mas minha vida tem sido uma loucura, até de nome o blog mudou, mas calma! as postagens antigas continuam aki.
O post de hoje é um carinho para algumas pessoas especiais...
Espero que todos gostem.
Beijos

MINHAS PRINCESAS
Eu agora com os sentidos apurados em alto teor etílico de certo posso descrever, com o perdão dos erros e esquecimentos que a noite de hoje foi diferente

Havia quatro princesas dentro daquela carruagem. Sim havia. Nunca pude entender como pude ter o privilégio de conhecer tais princesas.
Mérito meu? Presente de Zeus?
Salvo engano, eu não mereço.
Mas estas princesas, é certo, me deixam louco com tanta beleza.

A primeira princesa e a que conheço a mais tempo vem do reino das mulheres fortes. Um lugar onde todas as mulheres governam com cetro de ouro e acima de tudo não são submissas aos caprichos masculinos. Os homens de seu reino lhe servem à boca, lambem seus pés, mais vassalos que a própria idade média indicou. São fortes, mas são frágeis. Dóceis, indecisas. Neste reino as mulheres, como sua princesa, desejam que um príncipe as possua e as domine, sem jamais perderem sua autonomia e determinação. Em seu reino o que vale é o amor, pois sonham em serem amadas. Precisam de amor urgente. Não que ninguém as ame, mas precisam ver e sentir esse amor.

A segunda é princesa deste primeiro reino, mas por mérito ganhou de seus pais outro reino, muito maior, mais imenso, cibernético. É uma rainha do futuro. Já teve decepções, mas possui troféus. O maior deles, em seu significado, tem o dom de fazer os outros felizes. É uma delícia de princesa. E torna seu reino o mais delicioso de todos.

A terceira rainha é do reino das administradoras ferrenhas, sérias, sisudas, mas nem por isso deixam de serem amáveis e queridas. Sua alma, sua palma. Sua métrica é certa. Seu calculo, preciso. Não há meio termo. A decisão esta sempre presente, como fato decisivo, nem abrem brechas para amigos mal intencionados. Em seu reino todos devem ter seu balanço zerado ao final do dia.

A quarta rainha, talvez a mais frágil. De saúde débil, porem, vem do reino que cura todos os males. Seu dom é o de cuidar. É ela que socorre a todos. Seu carinho e sua atenção fazem dela alguém única. És princesa por que cuida de outras princesas como cuida de seu povo, de seu reino.

E foram com essas quatro princesas que minha noite mágica e etílica se passou.
Antes lembro que houve duas outras princesas de reinos distantes que vieram oferecer atenção e amizade as demais princesas minhas. Eu agradeço em nome das minhas princesas que agora descansam o sono real.

Doces, dignas, dóceis, amigas.

Beijos para Carol, Aline, Carina e Bárbara, minhas princesas!