quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

QUANDO O AMOR ACABA...(PARTE II)

Galera... olha como são as coisas...nem precisou eu postar meu texto... o Rôdrigo, de Curitiba, grande amigo, fez um comentário no post anterior e q eu axei digno de postagem oficial!
Obrigado Rô pelo carinho e presença no "nosso" blog.
Bjs
Segue o lindo texto do Rodrigo.


Rodrigo Carvalho disse...
Eu não concordo muito com o autor.
O AMOR nunca acaba. AMOR que acaba é que nunca existiu. Nós, talvez, não tenhamos , ainda, a dimensão do que seja AMAR.
Um grande escritor, estudioso da natureza humana, religioso, Paulo de Tarso, explica bem o que é o amor em suas cartas aos Corintios quando disse: "O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba..."
Eu ainda prefiro ficar com o redivivo de Damasco.
Nós na maioria das vezes acreditamos estar amando quando na verdade estamos tentando possuir alguém, como se esse mesmo alguém fosse algo. Nos decepcionamos depois, porque nunca quisemos enxergar quem verdadeiramente era aquela pessoa, que no momento do encantamento idealizamos como num sonho.
Talvez seja isso que construímos, um sonho... não queremos saber quem realmente são as pessoas. Daí está certo o autor quando enfatiza que nós queremos mudar o outro, mas nunca queremos mudar a nós mesmos.
E quando passam as ilusões e o Tempo revela toda a máscara da conquista, nos deparamos com alguém que nunca admiramos, que nunca nos interessou, que nunca AMAMOS. Talvez seja a isso que o autor se refira, ao AMOR que nunca existiu, esse sim, sempre ACABA.

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